Gostei muito. Espalhada por todo o museu e com um video quase no final que me ia sufocando, no verdadeiro sentido da palavra. Os desenhos estão deitados mas são ao alto. Sem tem para usar o scanner.
Dois desenhos feitos essencialmente com Tinta da China no Varadouro no Faial um pouco antes de se chegar ao vulcão.
O Picaroto foi o restaurante onde almocei. Primeiro reparo ao Faial - não se está a comer bem. Aqui de entrada comemos umas... divinais lapas grelhadas mas a seguir veio uma carne mal temperada e de vacas açorianas que deveriam ser da pré-história pois a carne era rija, o que naquelas paragens me parece inadmissível!
O desenho das rochas tem uma cara, juro que não exagerei. Aliás todos os que ali chegam é a primeira coisa que dizem! Ficam na zona das piscinas naturais que são belíssimas!
2013-09-29
Amarfanha-se a interioridade quando o leste se perde e o sol se perturba. Deixam de ser comunicantes os vasos. E todas as alterações são possíveis. E se os ventos alterassem os pontos cardeais? Melhor. E se algum vulcão acrescentasse novos.e apagasse outros? Um pequenino "big bang" em comparação com o desnorte e irresponsabilidade em que vivemos. Termino este lavar de alma com as magníficas palavras de Herberto Hélder "a ironia não salva mas ressalva". HFM
O desenho em baixo foi feito quando saí de manhã cedo e apanhei, por entre os prédios, a ruína da casa de férias da Quinta das Conchas. Mais um desnorte e desaproveitamento. Os pingos da chuva ajudaram a fazer da tinta uma aguada. Estamos em crise e a água tem de ser poupada!
A minha quinta visita a este local sublime e tão telúrico. Aqui sentimos bem o poder das forças da natureza. É sempre com reverência que visito este local. Nunca me cansa e há sempre algo de novo a descobrir. Sobre ele há ainda + desenhos.
Ontem à tarde dois sketches feitos na Rocha do Conde de Óbidos; um sobre o Museu de Arte Antiga e o outro com pequenos sketches muito rápidos feitos ali perto.
Ontem numa esplanada um desconhecido que estava tão ausente, tão para além daquele local que deu para o desenhar com calma e pormenor. Faltou a blusa pois quando acordou dos seus pensamentos, levantou-se e foi-se embora. Ficou o registo.
Esta manhã depois da caminhada habitual e, como já estava muito calor, fui desenhar a árvore que secou este ano. Infelizmente um facto recorrente aqui.
O meu passeio matinal na Quinta das Conchas vai sendo adoçado com a necessidade de ver o que julgo já conhecer... e o que se descobre! Ficam estes rápidos sketches.
Esta árvore acompanhou-me sempre que ia à cafeteria do Hospital da Luz nesses dias "negros" de Julho. Foi feito num pequeno caderno desdobrável que fiz com aproveitamento de pequenas tiras de papel - sobras das encadernações que ando a fazer.
Ontem de manhã no museu da Politécnica. Uma exposição - Jóias da terra - o minério da Panasqueira. Na página da esquerda o poema de Fernando Namora sobre os mineiros das Minas de San Francisco.