Draw everywhere, and all the time. An artist is a sketchbook with a person attached.
Irwin Greenberg





2010-06-30

S. Miguel 2010 - 14



A qualidade da imagem é fraca pois, tendo usado um Moleskine de aguarela grande, não tenho scanner que consiga abarcar as duas páginas.

Uma casa que sempre me cativou e que desenhei e aguarelei no local, manhã bem cedo, no feriado em que me vim embora . Pena que esteja num lastimoso estado de conservação. Ponta Delgada bem perto da Tabacaria Açoreana, outro marco da cidade.

Aguarela.

Watercolour of an old house at Ponta Delgada Açores.

2010-06-28

S. Miguel 2010 - 13


Um dia de passeio.


A Câmara da Ribeira Grande - pormenor a tinta da China e aguarela.



Tentativa de esboçar uma caldeira das Furnas - aguarela.



Os belíssimos montes acima das caldeiras das Furnas - aguarela.


2010-06-25

S. Miguel 2010 - 12



Numa noite de insónia aproveitei para desenhar o búzio o caracol e o jarro e resolvi abrir o belíssimo livro sobre o arquitecto Herman Hertzberger que me tinha sido recomendado pela Mónica Cid e de lá tirei não só a coluna como fui aproveitando o tempo copiando algumas citações.

2010-06-23

S. Miguel 2010 - 11


Acabado já no continente uma junção de vários locais - a torre da Matriz e as traseiras da mesma, a torre da Câmara e a janela de uma casa que fez as minhas delícias. Folhagem e árvores encontradas em vários sítios.

Como que uma homenagem final (mas a saga ainda vai a meio!) a essa ilha e particularmente a Ponta Delgada.

Pastel e aguarelas.

2010-06-21

S. Miguel 2010 - 10




Um pormenor do Forte de S. Brás - feito com café.

2010-06-19

Papoilas




Aguarela.

2010-06-17

S. Miguel 2010 - 9


Lagoa das Sete Cidades - aguarela.
E estas são em especial para a minha amiga ad astra.







2010-06-15

S. Miguel 2010 - 8




A Senhora como chamei a esta fonte mesmo no centro histórico da cidade junto à marginal. Os meus amigos esforçaram-se por encontrar referências a esta estátua mas não as encontraram. Em Setembro ela agradou-me na sua pequenez altiva mas não tive tempo de a desenhar. Agora, não tento ficado agradada com a primeira tentativa a aguarela, esbocei outra a tinta da China.






2010-06-13

S. Miguel 2010 - 7




Ribeira do Caldeirão no nordeste - um local encantado - aguarela.

2010-06-11

Os últimos dias na Ericeira



Os pescadores na sua eterna espera. Caneta



Da Praia do Sul sobre o Cabo da Roca. Aguarela.



A falésia do final da Praia do Sul. Lápis de cor aguareláveis.



Na esplanada da Praia do Sul. Caneta.



Um pormenor das rochas das Furnas. Grafite.




2010-06-09

S. Miguel 2010 - 6




Câmara Municipal de Ponta Delgada. Caneta e aguarela no Moleskine.

2010-06-07

S. Miguel 2010 - 5 - Das suas múltiplas igrejas







Igreja Matriz da Ribeira Grande - Tinta da China. Não consegui arranjar espaço para a escadaria que a antecede ou, se calhar, não tive garras para o fazer.

Fui apanhada várias vezes em flagrante "delitro" como diria o Fernando Pessoa; deixo aqui uma dessas vezes.




Pormenor da igreja Matriz de Ponta Delgada. Caneta e lápis de cor.






Torre da Igreja Matriz vista de muito perto por isso sem se ver a abóbada que lhe é característica. Tinta de China






Fachada da Igreja da Mãe de Deus - Ponta Delgada. Caneta.






Refúgio de Santa Bárbara acabado de ser recuperado para extensão do Museu Carlos Machado de Ponta Delgada e onde vi uma belíssima exposição de pintura portuguesa do sec. XX. Lápis de aguarela.






Aguarela feita durante um café tomado nas Portas do Mar - Igreja de S. Pedro e sobre a direita, quase anexa à mesma, uma das mais belas casas de Ponta Delgada infelizmente abafada pelo betão. Muito suspirei por alguns conselhos da minha amiga Mónica Cid e do meu amigo Pedro Cabral para ver se resolvia os múltiplos erros de perspectiva que sei que por ali andam.





Igreja das Sete Cidades. A pressa fez com que tenha escrito Furnas em vez de Sete Cidades; aos locais peço desculpa, mas não será isto parte integrante dos cadernos de viagem em que o cansaço e a falta de tempo impedem que tudo saia certinho? Para mim uma das grandes vantagens das viagens.

2010-06-05

Uma nota dissonante na viagem aos Açores




De má qualidade pois é uma fotografia tirada com telemóvel. Aqui não tenho scanner. Caneta.

2010-06-02

S. Miguel 2010 - 4

Aproveitei esta ida aos Açores para ver a tão afamada Festa do Senhor Santo Cristo. Poderia e deveria ter desenhado a imagem, o andor, as pessoas e toda a romaria que envolve estas festas - o eterno diálogo entre o sagrado e o profano. Não o fiz por falta de "pedalada" e também de tempo e por querer aproveitar tudo o me iam dizendo referente àquela festa e àquela mística. Sobre esta festa penso que um dia, em palavras, a poderei esboçar.

Fica, portanto e apenas, a capa do meu caderno de viagens e o único esboço aguarelado que fiz na manhã da procissão de domingo quando, ainda cedinho, estavam a ornamentar as ruas por onde iria passar o Senhor Santo Cristo.








2010-05-31

S. Miguel 2010 - 3



No aeroporto. Caneta.





No avião. Caneta e aguada.

2010-05-28

S. Miguel 2010 - 2




Continuando a saga de captar Antero. Este feito com tinta da China.

2010-05-26

S. Miguel 2010 - 1




De regresso aos Traços começo com o último desenho feito no sketchbook - uma pequena homenagem a Antero.

Este esboço foi feito no último dia enquanto fazia horas para ir para o aeroporto. Uma tentativa de "apanhar" o busto que se encontra no pequeno largo, desconheço o nome, que fica em frente à Escola Secundária Antero de Quental.

As palavras são as que nos acolhem no Anima - Centro Cultural de Ponta Delgada pertencente à Câmara e que visitei para ver uma exposição Paradoxo de Francisco Legatheaux.

2010-05-17

Página do diário gráfico



Ainda nos Açores fica um registo antigo. Quando regressar levo comigo além do azul do mar e do caleidoscópio de verdes muitos "traços" que registei no diário gráfico e dentro de mim. Até breve.

2010-05-05

Outra composição

Marinheiros antigos
inculcaram na pedra a lenda
e todos os trabalhos
trouxeram especiarias
e os sons doutros mares.
Contavam meus avós
que no solstício ao luar
como num cadenciar de remos
eles cantavam






ei, ei, vai... ei, ei, vai...
para barcos não há portos
ei, ei, vai... ei, ei, vai...



Vou estar ausente por uns tempos precisamente algures nesse Atlântico. Até já.