a primeira pessoa com quem visitei Stonehenge depois de uma peripécia com o velho boguinhas - um mini - onde fomos as duas até à Escócia e que, por volta de Bordéus, resolveu ficar sem limpa para-brisas que só conseguimos que fosse arranjado quando chegámos a Inglaterra e o caminho foi feito com um chuva miudinha mas sinistra...
Últimas visitas desta viagem na véspera da maratona até Lisboa.
Santes Creus a não perder.
Poblet encontrava-se encerrado ao público para uma qualquer festividade e quase 40º C!!! Fomos visitar Montblanc mas, o calor era tal, que não deu para percorrer as muralhas.
Tirando a manhã em Santes Creus, um dia para esquecer. Até porque a terminar tínhamos resolvido ficar no Hotel do Mosteiro; só que este distava mais de 1km e donde não se avistava Poblet.
2008-10-16
A minha amiga ad astra distinguiu este blogue com o "Prémio Dardos", no qual
"se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web."
Quem recebe o “Prêmio Dardos” e o aceita deve seguir algumas regras:
1. - Exibir a distinta imagem;
2. - Linkar o blog pelo qual recebeu o prémio;
3. - Escolher quinze (15) outros blogs a que entregar o Prémio Dardos.
Aguarela da esquerda um pormenor das rochas nas Furnas num dia de mar forte em que os salpicos do mar ajudaram na sua elaboração!
A outra de Ribeira d'Ilhas uma das "catedrais" do surf; só que os surfistas, em grande número, estavam do outro lado e eram pequenos pontos salpicando de preto o mar.
Two watercolours. Left - a zoom of the rocks near the sea at Ericeira.
Right - Ribeira d'Ilhas one of the most wellknown surf beaches of Portugal, 2km from Ericeira.
Uma aguarela da Praia do Sul feita num daqueles dias de Setembro como a Ericeira por vezes tem. Um dia que bate todos os dias de um qualquer Agosto e que os surfistas detestam - mar "flat", sem vento e com uma temperatura ambiente boa e uma temperatura de água óptima para os "habitués" da Ericeira; como o meu pai diria:
- Não está fria, só revigorante!
A aguarela foi feita pelas 10 e tal da manhã quando o sol ainda não tinha rompido por trás do morro e as mãos ainda não estavam empasteladas do imprescindível creme solar!
Uma aguarela na "pseudo" praia de Limipicos. Nunca soube a razão do nome deste local entre a Praia do Sul da Ericeira e a Foz do Lizandro; presumo que venha de Limos e Picos (ouriços). Pelo menos foi a história que eu construi. Também não sei se, desde que a praia do Sul tem palmeiras, este nome já mudou. Para mim será sempre Limipicos onde, quando os pais nos deixavam, em criança, tomávamos uns bons banhos na maré baixa. Não chega a ser uma praia - um pequeno areal cheio de rochas que na maré baixa faz com que o mar, mesmo se forte mais ao fundo, venha bater aqui com calma e força perdidas.
No seguimento do post anterior uma aguarela de tamanho maior, também feita no local, duma das fortalezas da vertigem.
Trata-se do castelo cátaro de Quéribus, nas Corbières, um dos meus preferidos. Já o conhecia de uma passagem apressada e sob o sol escaldante de Agosto. Desta vez também não me livrei do calor depois da penosa subida mas, como havia pouca gente, pude encontrar um lugar debaixo de uma pequena árvore e sentada no pequeno banco que transporto na bagageira do carro aproveitei para tentar captar aquele momento de beleza, de silêncio, de espanto. Tocam-me muitos estas solitárias sentinelas que abrigaram os "parfaits". Ali percebi a frase tantas vezes lida, quando tentei conhecer um pouco mais dessa religião e da vida desses homens e mulheres - Benvengut aquèl que nos ven mans debèrtas - Bem vindo aquele que vier de mãos abertas. Só assim se pode ver para além das ruínas, para além do calor ou do frio, para além da solidão, para além ainda do esforço que, muitas vezes, é preciso fazer para se chegar junto delas. Ficou-me a pena da falta de tempo para captar todos esses castelos, todas essas ruínas e vi apenas alguns e algumas!