Draw everywhere, and all the time. An artist is a sketchbook with a person attached.
Irwin Greenberg





2013-03-17

Museu do Oriente

 

 

 


De manhã participei, no Museu, no workshop do Zé Louro sobre diários gráficos. À tarde, o Zé sugeriu-nos que fôssemos desenhar para o Museu. Assim fiz mas não segui o que nos tinha sido proposto.

2013-03-15

Quinta das Conchas

 
 

Feito esta manhã.

2013-03-13

Conchas

 
 

O rendilhado das árvores da Quinta das Conchas.

2013-03-12

Workshop do José Louro

 
 
 


 




No passado sábado tive a primeira sessão do workshop do Zé Louro no Museu do Oriente. Como sou muito pontual cheguei mais cedo e quando vi a "casa às costas" como lhe chamo, resolvi tentar desenhá-la. Nunca consegui fazer um carro mas, talvez por ter tempo, talvez porque, ao contrário do esperado, estava um dia lindo de sol, talvez porque o olhar estava extremamente concentrado lá consegui fazer um desenho que, para o meu nível, não me envergonha.

A primeira sessão do workshop correu muito bem e deixo aqui uma página dos exercícios finais. Tinhamos de captar rapidamente os nossos colegas sem nos importarmos com o desenho que, dentro do possível deveria ser cego. Depois com papel vegetal copiámos os traços mais importantes e fizémos colagens. Já espero ansiosamente o próximo sábado.

2013-03-11

2013-03-10

2013-03-07

"Esta Lisboa que eu amo



Outro dia fui desenhar para o Cais das Colunas bem cedo de manhã. Fiz dois desenhos lá e alguns esboços que depois, em casa, aproveitei para finalizar com vários médios diferentes.

2013-03-05

Ericeira

 
 


Feito esta manhã na esplanada da Maria Castanha na Ericeira. Caneta.

2013-03-01

Castelo

 
 
 


Foi desenhar para o Terreiro do Paço e gosto muito desta parte do castelo que se vês do cais das colunas; mesmo no inverno os verdes impõem-se. Estava muito frio por isso não desenhei o casario.

2013-02-27

Pessoas

 
 
Caneta.

2013-02-25

Quinta dos Lilazes

 
 

 
 
 
Aproveitando o magnífico sol de domingo.


2013-02-24

MUDE

 
 

 
 


Uma tarde bem passada.

2013-02-22

Visita ao Palácio dos Marqueses de Fronteira

 

 


Ontem fui, com os amigos dos Castelos, visitar o Palácio dos Marqueses de Fronteira e Alorna. A visita era guiada por isso o tempo para desenhar foi muito pouco.

O primeiro desenho foi feito com mais calma antes de entrar- no parque de estacionamento fronteiriço ao Palácio.

O segundo e o terceiro foram feito apressadamente quando passeávamos nos jardins ouvindo as explicações. O último a aguarela foi dada em casa.

Aconselho vivamente a visita, pena que não haja  tempo para desenhar os magníficos jardins que então na primavera ou no outono devem ser magníficos.

2013-02-21

 
 


Desenhos feitos com lápis de cor a partir do vídeo cujo nome consta em cima.

2013-02-19

Telhados

 
 


Ando há uns tempos  a gostar de desenhar telhados; há neles muitas linhas e muitos ângulos o que se dificulta também facilita e guia o olhar e a mão.

2013-02-17

Treinando o olhar e a mão

 
 
 

 

 


Feitos em três dias diferentes mas todos com a mesma finalidade - procurando a forma, o gesto, o momento.

2013-02-15

Sanguínea

 
 


Dei um novo "look" ao meu escritório tornando-o mais funcional com o acréscimo de novas prateleiras para os sketchbooks. Também o material de desenho e pintura ficou mais à mão. Assim tenho andado, feliz, a experimentar novos médios.

2013-02-08

Um dia em Cascais

 
 

 

 

 

 

 

 


Estive fora uma semana e um dos dias fui até Cascais especificamente para ir à Casa das Histórias ver e ouvir uma palestra sobre os trabalhos preparatórios de Paula Rego para os seus quadros.

Ficam aqui os desenhos que fiz ao longo desse dia com paragem obrigatória no Parque do Beiçudo! Este é o único nome que conheço do Parque que fica em frente à Casa das Histórias e que vai dar ao Museu Castro Guimarães. O nome fui eu que lho dei quando, aí por volta dos meus 6 anos, passei dois verões em Cascais. O senhor que estava sempre a tomar conta da entrada do parque era muito mal encarado e eu passei a chamar-lhe o beiçudo e daí o parque, para mim, ter ficado sempre o Parque do Beiçudo.

De tarde o passeio no paredão que bordeja as várias praias até ao Estoril, é imprescindível para me recuperar da visão de alguns crimes arquitectónicos que se foram amontoando em Cascais. Ao menos o mar permanece imutável na sua força. Nele me pacifico.