A minha quinta visita a este local sublime e tão telúrico. Aqui sentimos bem o poder das forças da natureza. É sempre com reverência que visito este local. Nunca me cansa e há sempre algo de novo a descobrir. Sobre ele há ainda + desenhos.
Ontem à tarde dois sketches feitos na Rocha do Conde de Óbidos; um sobre o Museu de Arte Antiga e o outro com pequenos sketches muito rápidos feitos ali perto.
Ontem numa esplanada um desconhecido que estava tão ausente, tão para além daquele local que deu para o desenhar com calma e pormenor. Faltou a blusa pois quando acordou dos seus pensamentos, levantou-se e foi-se embora. Ficou o registo.
Esta manhã depois da caminhada habitual e, como já estava muito calor, fui desenhar a árvore que secou este ano. Infelizmente um facto recorrente aqui.
O meu passeio matinal na Quinta das Conchas vai sendo adoçado com a necessidade de ver o que julgo já conhecer... e o que se descobre! Ficam estes rápidos sketches.
Esta árvore acompanhou-me sempre que ia à cafeteria do Hospital da Luz nesses dias "negros" de Julho. Foi feito num pequeno caderno desdobrável que fiz com aproveitamento de pequenas tiras de papel - sobras das encadernações que ando a fazer.
Ontem de manhã no museu da Politécnica. Uma exposição - Jóias da terra - o minério da Panasqueira. Na página da esquerda o poema de Fernando Namora sobre os mineiros das Minas de San Francisco.
Uma manhã produtiva na R. da Escola Politécnica deu vários desenhos. Lisboa é um manancial, é só preciso olhar. A cada novo desenho descubro mais beleza na minha cidade.
Ontem no porto de pesca da Ericeira. Durante muitos anos era a praia dos pescadores. Agora foi promovida a Ribeira e lado a lado estão os barcos, as artes dos pescadores e os banhistas. Só falta ter bandeira azul!