Draw everywhere, and all the time. An artist is a sketchbook with a person attached.
Irwin Greenberg





2013-02-15

Sanguínea

 
 


Dei um novo "look" ao meu escritório tornando-o mais funcional com o acréscimo de novas prateleiras para os sketchbooks. Também o material de desenho e pintura ficou mais à mão. Assim tenho andado, feliz, a experimentar novos médios.

2013-02-08

Um dia em Cascais

 
 

 

 

 

 

 

 


Estive fora uma semana e um dos dias fui até Cascais especificamente para ir à Casa das Histórias ver e ouvir uma palestra sobre os trabalhos preparatórios de Paula Rego para os seus quadros.

Ficam aqui os desenhos que fiz ao longo desse dia com paragem obrigatória no Parque do Beiçudo! Este é o único nome que conheço do Parque que fica em frente à Casa das Histórias e que vai dar ao Museu Castro Guimarães. O nome fui eu que lho dei quando, aí por volta dos meus 6 anos, passei dois verões em Cascais. O senhor que estava sempre a tomar conta da entrada do parque era muito mal encarado e eu passei a chamar-lhe o beiçudo e daí o parque, para mim, ter ficado sempre o Parque do Beiçudo.

De tarde o passeio no paredão que bordeja as várias praias até ao Estoril, é imprescindível para me recuperar da visão de alguns crimes arquitectónicos que se foram amontoando em Cascais. Ao menos o mar permanece imutável na sua força. Nele me pacifico.

2013-02-07

2013-01-30

Conchas

 
 


As Conchas foram severamente fustigadas pelo temporal de dia 19 - cairam muitas árvores, hastes de palmeiras por todo o lado, ramos enormes e mais pequenos caídos numa extensão inimaginável, arbustos completamente arrancados e, então, na parte da mata, a razia foi muito grande estando  até interdita para avaliação cuidada da estabilidade dos terrenos e das árvores.

Ontem, quando lá estive, as Conchas ainda estavam muito "despenteadas" mas já começavam a ter aspecto de parque. Contudo as árvores ainda estão no chão mas já desempedindo os caminhos.

Estas duas encontravam-se junto ao lago, lado a lado, agora a que está de pé levou um grande rombo e a outra encontra-se a seus pés. Chega a ser comovedor. Felizmente, algures, num dos muitos sketchbooks, encontram-se desenhadas. Terei de as ir procurar. Servem para memória futura.

2013-01-28

Pedras

 
 
 


Pedras com memórias que trouxe do vulcão dos Capelinhos. Grafite.

2013-01-25

Estudos de uma manga

 
 


Quando o tempo não ajuda aproveitam-se as "naturezas" caseiras para fazer experiências com novos médios e com um riscador que me fascina caneta de aparo. Aliás tenho uma colecção de aparos que vem do tempo do meu pai.

2013-01-24

As Idades do Mar





Feito rapidamente no final da visita a esta exposição que encheu o meu olhar.

2013-01-22

Depois da matança do porco



Anta do Olival da Pega


Menir do Outeiro



Cromeleque do Xerez


Depois do almoço, da fraternal partilha dos cadernos e da foto de "família", os que ainda ficaram foram dar uma volta, com dois bons cicerones, pelos megalíticos que acabou, já noite, em Monsaraz com a barragem a nossos pés e um frio de "rachar" mas ao qual ninguém deu importância tal a beleza e paz do que fomos vendo.
Os desenhos foram muito rápidos mas, para mim, têm neles o sabor da beleza do momento e do olhar tranquilo de quem se sentia muito bem com a beleza que a rodeava e com a empatia que ali nos juntava. A aguarela foi acrescentada mais tarde pois ali não havia tempo.
Destaco ainda o caminho das oliveiras a que o Luís nos levou. Voltarei seguramente para as desenhar pois como aquelas e naquela profusão raramente se encontram. Obrigada Luís.
Seguiu-se um óptimo jantar mas neste creio que ninguém desenhou pois a conversa absorveu-nos inteiramente.

2013-01-21

34º Encontro de Diários Gráficos - Reguengos de Monsaraz














Em dia de temporal com alertas vermelhos saímos de Lisboa por volta das 6 da manhã em direcção à Escola Básica de Reguengos de Monsaraz para mais um encontro de urban sketchers desta feita para assistirmos a uma matança de porco. Vento, chuva e um dia de tormenta. Os planos foram um pouco alterados mas não alteraram nem o convívio, nem um dia magnificamente passado.

Primeiro uma paragem num café de S. Pedro do Corval para retemperar forças e depois ida para o monte onde o porco foi morto. Desenhei pouco aí pois confesso que não gosto de ver a matança. O tempo também não ajudava e o frio era intenso.

Regressámos à Escola onde assistimos, mais através dos vidros do que no exterior, ao desmanchar do bicho enquanto no interior a partir das 10 já havia uma mesa com iguarias de primeira que nos aqueceram o corpo e a alma.

Fica um registo dos desenhos que consegui fazer quer da "marranita" quer da envolvência.

Do almoço nem falo!!! Fomos recebidos como os alentejanos o sabem fazer, brilhantemente!

Os desenhos do passeio da tarde ficam para outro post!



2013-01-16




Da janela de casa. Caneta de tinta permanente.

2013-01-14

2013-01-09

Páginas de diário gráfico




Para não variar, ainda nas Conchas.

2013-01-07

Da janela da cozinha. As árvores que se encontram à direita já são da Quinta das Conchas.

2012-12-31

2013

 
 
Um BOM ANO com paz, afectos e um mundo menos materialista e mais sábio.
 
 



2012-12-27

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Quinta das Conchas e Lilazes passeio matinal

2012-12-26

2012-12-19

 
 
 


Para todos os meus amigos e visitantes deste blogue.

2012-12-18

2012-12-11

Café da manhã

 
 


Aproveitando os modelos disponíveis.

2012-11-27

Workshop - Viagens pelo património

 


O que consegui fazer neste worshop tão diferente, tão apelativo e tão bem organizado. Quase tudo era novo e foi um grande desafio. O desenho da esquerda foi feito à fita e deu-me imenso gozo. O segundo foi a sua passagem para papel vegetal e modulação a caneta. A passagem deveria ter sido feita noutras condições (no mínimo em cima de uma mesa) e o pobre leão, um zoom dum brasão dum túmulo, ficou mal passado; mesmo assim consegui ficar com o registo do que se pretendia.

Vou ter de tentar novamente para consolidar o que aprendi.

2012-11-23

Do diário gráfico

 


Os modelos que o dia, o local e as diferentes situações trazem até nós. Tentando dar-lhes vida nestas páginas.

2012-11-18

 
 
Fiz ontem mais um workshop no Museu do Carmo desta vez com a Catarina França.

Depois de uma boa comunicação sobre as suas viagens de desenho científico fomos para o Príncipe Real desenhar. Tinhamos três trabalhos para fazer. O que aqui apresento é o terceiro. Devíamos apanhar algo que nos prendesse a atenção num deterninado local e desenhá-lo de forma a darmos uma sequência como que o antes e o depois.

Estava a chover e como me tinha refugiado debaixo de uma árvore aproveitei o banco que estava na minha direcção. O chapéu de chuva foi o traço que me apeteceu colocar para me lembrar destes desenhos feitos em circunstâncias adversas mas que me deram muito gozo. O vermelho do chapéu foi dado em casa.

2012-11-16

São Carlos

 
 
 


Só hoje tive tempo para digitalizar uma página do diário gráfico feita no workshop com a Rosário Felix e que nos permitiu desenhar dentro do São Carlos.

2012-11-14

Nadine

 
 
 

Feito no dia em que ficámos trancados em casa quando a tempestade tropical se abateu sobre as ilhas particularmente S. Jorge, Pico e Faial.

2012-11-12

 
 


A partir da varanda do meu quarto neste magnífico dia de sol. Caneta e aguarela.

2012-11-09

Horta/Faial

 
 

A capelinha da Sra. da Guia no alto do monte do mesmo nome. Feita a partir da esplanada do café de Porto Pim.

2012-11-06

Ainda os Açores

 
 



Esta aguarela foi feita manhã cedo do alto da estrada que entra na Horta e donde se vê em grande o Monte Queimado do lado da cidade, ao lado um bocadinho do Monte da Guia e por trás o Pico. Uma das coisas que muito me impressiona nesta cidade é as diferentes perspectivas em que os 3 montes se nos apresentam. Sempre diferentes, sempre com tonalidades impressionantes e, por vezes, um desaparece na bruma. Não era o caso neste dia, o Pico estava ali imponente e como se fizesse parte integrante da Horta e não houvesse o canal no meio.

2012-11-05

 
 


Uns diazinhos por fora longe do computador. Hoje um dos desenhos feitos no café da manhã e publicados com foto de telemóvel. Realço, contudo, que a cor do papel é óptima, mais clara do que aqui se vê mas não branca. Também resolvi parar o desenho quando a pessoa abandonou o local.